A Associação de Jovens Empreendedores de Bagé – AJE com o intuito de agregar, a cada evento que promove, conhecimento e benefícios ao seu associado realiza nesta quinta-feira, dia 26, uma palestra sobre Segurança Pública.
A iniciativa partiu do presidente da entidade que considera de extrema importância à discussão deste assunto de interesse de toda a comunidade, em especial, dos empresários que, diariamente, ao abrirem as portas de seus estabelecimentos, estão vulneráveis a criminalidade.
A palestrante convidada é a Delegada da Polícia Civil, Dra. Juliana Garrastazu Ribeiro, que falará sobre “Segurança Pública e as precauções que devem ser tomadas pelos empresários do comércio local”.
O evento é gratuito e acontece no salão da OAB (Caetano Gonçalves, 1011), a partir das 20h. Podem participar associados e simpatizantes da AJE, bem como, todos os demais que se interessarem pelo tema.

















Comentários
É bom, lembrar que nos grandes centros, este tipo de transporte é cada vez mais utilizado.
E o Brasil hoje, ainda não apresentou uma solução para este problema.
Transporte alternativo, muito pouco utilizado.
Realmente está precisando de uma atenção.
Abraços.
Naquela época, as ferrovias eram o principal meio de transporte de cargas do país, tendo imensa importância para a economia nacional. Com o passar dos anos, a maioria das ferrovias brasileiras foi extinta ou privatizada.
A Constituição Federal de 1988 igualou a Polícia Ferroviária Federal aos demais órgãos da Segurança Pública em seu art. 144, § 3º: “A polícia ferroviária federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais”.
Como podemos observar a Polícia Ferroviária Federal exercia funções de polícia administrativa, como a fiscalização das ferrovias federais, através do patrulhamento ostensivo, o qual tem a finalidade de realizar o policiamento e a fiscalização das ferrovias federais.
O Historiador Adinalzir Pereira Lamego (2007, p. 01)[1] relata a atual situação da PFF:
Hoje, 155 anos depois, ela ostenta outro título, com bem menos glamour: o de menor polícia do mundo. A privatização das ferrovias brasileiras, em 1996, atirou definitivamente a Polícia Ferroviária Federal (PFF) no esquecimento: poucos sabem que ela existe, apesar da previsão constitucional. O efetivo de 3,2 mil homens antes das concessões se reduziu a 780, para fiscalizar 26 mil quilômetros de trilhos, destinados ao transporte de carga. (...)O último concurso para a corporação vai completar 18 anos e todo os seus agentes têm mais de 40 anos. (...) Seus comandados, depois das concessões das ferrovias, foram distribuídos para os ministérios dos Transporte e das Cidades. Hoje, parte deles fiscaliza o transporte de carga e outra, os trens de passageiros urbanos.
O Departamento de Polícia Ferroviária Federal, assim como o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, fazia parte do Ministério da Justiça. Porém, nos últimos anos, sofreu um processo de esvaziamento institucional, e acabou deixando de fazer parte do MJ, sendo seus servidores remanejados aos Ministérios das Cidades e dos Transportes.
A PFF já foi chamada de Polícia dos Caminhos de Ferro, depois se transformou em Polícia das Estradas de Ferro, atualmente, é apelidada de menor polícia do mundo (LAMEGO, 2007).
Então, a instituição de polícia especializada mais antiga do país está deixando de existir, tendo em vista que seus funcionários acabaram aposentando-se e o quadro funcional não foi reposto, sendo o último concurso público para a instituição realizado em 1989. (esta intituiçao centenaria e seus agentes aguardam uma posiçao até hoje ,do órgaõ competente pra iniciar seus trabalhos . abraço a todos